quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A gestação no útero é de 9 meses. É uma etapa que é superada e a criança começa a aprender um novo sentido da vida. É um passo a mais, um tempo certo desenhado pelas mãos do criador, sou criacionista. Como Salomão em eclesiastes diz:"há tempo para tudo". Quando vi a nova técnica de banho em crianças fiquei surpreso. O "banho de balde" deveria ser apenas um banho como outro qualquer. De bacia na minha época. Mas o fato de fazer com que a criança regrida a consciência intra-uterina me parece equivocado. Nós fomos criados para passar por etapas e não voltar para elas. É reconhecível que a vida no ventre materno é bem agradável e segura. Todos queremos a estrutura de uma vida que não oferece riscos. Levar à criança a ter novamente uma experiência, que já foi superada, reflete o fato de que esta postura consolida uma auto-imagem de insegurança. Criar uma memória na criança de que a qualquer momento, depois de adulto, pode recorrer ao ventre da mamãe. É isso que fica no subconsciente. Em outras palavras, voltar ao que já foi superado, retornar à segurança do útero da mãe é informar ao subconsciente de que a pessoa não está preparada para desafios. Sob a alegação, até compreensível, de acalmar o bebê nas técnicas de trazer à memória como era aconchegante e intransponível o invólucro aminiótico, mostra-se danoso com a vida que não é bem assim. Há tempo para tudo. Tempo do ventre, de estar protegido, mas, existe a hora de lutar e saber se defender.

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